Mãos Verdes celebra 15 anos transformando a gestão de resíduos, impulsionando a economia circular e promovendo a inclusão social

Com uma trajetória pautada pela articulação entre iniciativa privada, poder público e empreendimentos populares de reciclagem, a Mãos Verdes consolida sua posição como referência nacional em soluções socioambientais integradas.

Neste mês, a Mãos Verdes alcança um marco histórico: 15 anos de atuação dedicada à construção de um futuro mais sustentável, inclusivo e eficiente. Desde a sua fundação, a organização tem se destacado por transformar desafios ambientais e sociais em oportunidades de desenvolvimento econômico e de dignidade humana ao longo de toda a cadeia da reciclagem.

Com uma equipe multidisciplinar formada por especialistas que vão das Ciências Humanas às Engenharias, o grande diferencial da Mãos Verdes sempre foi a sua capacidade única de articulação. A empresa atua como uma ponte estratégica conectando todos os elos da cadeia: redes de fomento, grupos e cooperativas de catadores, setor empresarial, gestores públicos e órgãos reguladores.

Ao longo dessa década e meia, a Mãos Verdes desenvolveu e gerenciou programas transformadores que combinam rigor técnico, inovação tecnológica e sensibilidade social.

Celebrar 15 anos é olhar com orgulho para as milhares de famílias de catadores impactadas, para as toneladas de resíduos reinseridas na cadeia produtiva e para as parcerias sólidas construídas com grandes empresas e municípios.

“Chegar aos 15 anos reafirma nossa convicção de que a verdadeira sustentabilidade só acontece quando aliamos eficiência técnica, respeito ao meio ambiente e inclusão social. A Mãos Verdes segue pronta para os desafios dos próximos anos, inovando e fortalecendo as redes que fazem a reciclagem acontecer no Brasil.”

 

— Alceu Nascimento, diretor presidente

 A Mãos Verdes agradece a cada colaborador, parceiro, cliente e profissional da reciclagem que fez e faz parte dessa história. O futuro da economia circular se constrói juntos — e com mãos que trabalham por comunidades mais resilientes.

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